15.9.10
Hj 'tou querendo compartilhar
10.9.10
Feliz Sexta!
No!
You don't move me anymore
And I'm glad that you don't
'cause I can't have you anymore
But I thought you should know
You don't move me anymore
And I'm glad that you don't
Because I can't take it anymore
Oh!
E hj tem Looks Like com meu consanguíneo alemão e minha consanguínea futura-alemã!
PS: Quanto anonimato na caixinha de comentários, heinhô!
PS2: Depois eu edito esse troço direito... tô no meio da aula de Direito do Trabalho.
5.9.10
Hombres con armadura abundan por aquí
No seas tan celosa, no hay ninguna como vos
Además te ves preciosa cuando el celoso soy yo
Y para qué te vas a ocultar, si noy hay nada para disfrazar
No seas caradura, yo ví cómo te miró
Chapa sin cerradura fue lo que te prometió
Y para qué te vas a complicar, si no hay nada para explicar
No seas tan segura, eso dejámelo a mí..."
21.1.10
Escolhas que a vida faz pela gente (por mais que não concordemos)
Eu não a compreendo, não quero compreender e tenho raiva de quem compreende: a efemeridade.
“É essa coisa do ciclo da vida”, diria, muito casualmente, Dr. House. É essa coisa de que a morte faz tão parte da porra do tal ciclo da vida quanto o nascimento. A morte não só de pessoas, mas também de sentimentos, de situações, de rotinas, de idéias, de sonhos.
Exemplo dos probleminhas que minha incompreensão me traz: ontem chorei pelo ex-namorado… da minha irmã. Sim, repito, e eu sei que é foda de acreditar: eu chorei pelo ex-namorado da minha irmã. Eu pensava: ele era tão querido, fazia tão bem a ela. Olhei para uns quadrinhos que ele fez . Lembrei de como eram as rotinas de quando ele freqüentava nossa casa. E não consegui conter as lágrimas que inundaram minhas simpáticas bochechas, que ficaram mais inchadas do que nunca, junto com o rosto inteiro.
Exemplo do problemão: Meu coração tá rachado. Despedaçado. Em quinhentos milhões de caquinhos. Parece que tem uma faca cravada ali, futricando os ferimentos, sádica. E o nó na garganta que nunca vai embora. E as lágrimas que vezenquando aparecem lá no escuro do meu quarto. Os cheiros que me trazem memórias e lamentos. A canções. As rimas...
É tanta coisa que atualmente eu ando tendo que me convencer que é página virada. Não falo só de amor, mas de diversos outros sentimentos mais pueris que eu cultivava. Por que o “mundo cruel” (como ironizou um amigo meu) está me enfiando pela goela: a fila anda. E esse tal de mundo cruel tem um fórceps gigantesco que quer arrancar de mim os meus sentimentalismos e fazer parir uma mulher de verdade. Que nada tem a ver com a Amélia, não.
“La tierra parece estar quietaY el sol parece girar,Y aunque parezca mentiraTu corazón va a sanarVa a sanarVa a sanarY va a volver a quebrarseMientras le toque pulsar”
27.6.09
MICHAEL JACKSON: freak, mal-amado, carente e genial + As melhores
Como esperar que uma criança, que era obigada a estar brilhando nos palcos desde os 5 anos de idade, fosse normal? Frase parecida foi dita pelo próprio, na entrega de um Grammy que eu não lembro qual. Disse tudo. Querer que uma criança, crescida no contexto em que cresceu, fosse ‘normal’, é no mínimo exdrúxulo.
Comecei a entender um pouco mais sobre a vida desse homem (mulher? andrógino?) quando assisti o filme "Man in the Mirror: The Michael Jackson Story", algo como “O Homem no Espelho: a História de Michael Jackson”, no canal VH1, no final do ano passado quando estava em NY. Antes disso eu achava ele um total freak descontextualizado, que pulou do nada no cenário da música POP e uns metidos a entendidos diziam que se tratava de um fenômeno, uma lenda. Naturalmente, eu nasci em 1988 e, muito mais nova que ele, não acompanhei sua carreira (sua explosão precoce e sua derrocada) como minha mãe, por exemplo. Ao assistir o filme, comecei a entender um pouco a história dessa criatura, que aos 3 anos tinha como melhor amigo “Mr. Rat” (uma ratazana da casa em que a família, pobre, morava) e que sempre sofreu pressões horrendas e por parte da família. Se foi abusado pelo pai? Ninguém sabe, só boatos; mas é fato que sofria maus-tratos.
Documentários e relatos de amigos apontam para a extrema carência e baixa auto-estima de Michael. Amigos dizem que tudo o que ele queria era ser amado: todas as extravagâncias, bizarrices, cirurgias bizarras, enfim, toda essa necessidade de chamar atenção, que só resultava em auto-violência, era fruto de uma carência patológica. Ele não teve infância, não teve vida prórpia, nunca teve oportunidade de cristalizar uma personalidade e uma visão de mundo.
E nessa indefinição entre criança/adulto, homem/mulher, que permeou toda sua vida, desde a infância que nunca teve, só podia resultar em bizarrices to tipo “Neverland”. Se ele foi pedófilo? Não sabemos também. O fato é que sofreu duas acusações formais, sendo que a primeira, em 1993, foi resolvida em um acordo que pode ter envolvido mais de 20 milhões de dólares. Mas acho que a discussão vai muito além da pedofilia: é algo muito mais complexo. Ele mesmo não tinha certeza se era criança ou adulto, e tinha uma sexualidade anômala. Michael já deu declarações comentando que não via problema em dormir na mesma cama com crianças, apenas ‘as cobria e cantava uma musiquinha para que dormissem’. Isso pode parecer nojento, e é, mas vindo de quem se trata… Acredito que ele seja quase um inimputável, que realmente não tinha poder de dissernimento entre o certo e o reprovável. Não sei se ele chegou nas “vias de fato” da pedofilia, não acredito que ele tenha tido “tesão” por crianças. Acho que tudo é fato de um distúrbio sem precedentes de personalidade e de sexualidade.
Todos esses distúrbios supracitados refletiram-se também na forma bizarra com que tratava os filhos – Aliás, cá entre nós, alguém me explica como os filhos dele saíram mais branquinhos que leite?? – vestindo neles véus exdrúxulos que tapavam seus rostos, expondo eles do lado de fora de sacadas, etc. Vi um vídeo em que ele enfiava grotescamente mamadeira na boca de um dos filhos dele enquanto esse chorava compulsivamente, atrás de um véu preto horrendo.
O fato é que nunca poderemos compreender e explicar o bizarro Michael Jackson, mas que assim o era em função de todo um contexto mais bizarro ainda. Mas todas as esquisitisses não apagam ou reduzem, de forma alguma, sua genialidade. E agora ele se foi, deixando uma legião de fãs desamparados. O fato é, também, que aquele garotinho que cantava “Ben” não habitava mais naquele corpo alvo e deformado, fazia muito tempo. Ele não passava, em seus derradeiros anos, de uma figura infeliz, opaca e mal-amada. Enfim, I think he’s got enough.
* Post apressado e sem correções... mas estou sem tempo e realmente PRECISAVA escrever alguma coisa sobre ele.
Os melhores e mais marcantes, em minha opinião:
E Mais: “Ben”, “I’ll be there”, “Can you feel it”, “Don’t stop ‘till you get enough”, “Sugar Daddy”, “Man in the mirror”.
30.5.09
O meu amor...., site, desculpas esfarrapadas.
E que me deixa louca quando me beija a boca
A minha pele toda fica arrepiada
E me beija com calma e fundo
Até minh'alma se sentir beijada
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que rouba os meus sentidos, viola os meus ouvidos
Com tantos segredos lindos e indecentes
Depois brinca comigo, ri do meu umbigo
E me crava os dentes
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
Que me deixa maluca, quando me roça a nuca
E quase me machuca com a barba mal feita
E de pousar as coxas entre as minhas coxas
Quando ele se deita
O meu amor tem um jeito manso que é só seu
De me fazer rodeios, de me beijar os seios
Me beijar o ventre e me deixar em brasa
Desfruta do meu corpo como se o meu corpo
Fosse a sua casa
Eu sou sua menina, viu? E ele é o meu rapaz
Meu corpo é testemunha do bem que ele me faz
28.4.09
Happiness is only real when shared
(Into the Wild (Na natureza selvagem)/ trilha sonora de Eddie Vedder)
6.12.08
MALLU MAGALHÃES: bebendo Toddynho e falando merda
Minhas desconfianças se agravaram – e viraram certezas – após ler a entrevista que ela deu à Revista Época. A guria não foi capaz de responder claramente nenhuma pergunta que faziam a ela. Parecia que falava grego. O repórter fazia uma pergunta, e ela começava a viajar na maionese, falar umas bobagens, enfim, não falava coisa com coisa. Gize-se: enquanto respondia, ela “comia sua merenda com Toddynho”.
Alguns segmentos dessa merda ininteligível (obs: são apenas trechos que eu quis frisar, e as questões não estão em ordem):
ÉPOCA SÃO PAULO - Todo o hype inicial em torno do seu nome acabou alimentado, no paralelo, a implicância de muita gente com seu trabalho. Você sentiu esse outro lado?
(...)As pessoas que não dão chance ao coração perdem as coisas. Elas se deixam enganar pelo medo de serem enganadas. A gente não pode ter esse medo. Ser enganado nem sempre é ruim. Eu, pessoalmente, me deixo ser enganada. Milhares de coisas estão por aí e são passageiras, mas são admiráveis e divertidas de se dançar, nem que seja uma noite.
Você sai pra dançar?
Dentro de mim, lógico.
O que mudou?
(...)Será que se pode ser um adulto feliz? Talvez. Acho que o mundo é completamente talvez. Eu sempre quis fugir com o circo, mas nunca pude fugir.
Fugir literalmente?
É, entrar em um ônibus e fugir com o circo. Queria poder pintar, fazer os cenários, as roupas, colocar o coração deles ali.
Faz tempo que você pinta?
Desde antes da música. (...) Eu nunca pensei que fosse ser artista. Achei que fosse ser veterinária ou assistente social. Ou motorista de ambulância.
Outros segmentos:
“Eu vou ter minha vivência, um dia. Mas tenho outros machucados. Nasci num contexto e não posso relutar contra ele – ainda que dentro de mim eu relute.”
“Eu não queria estudar, não queria fazer parte da classe social na qual nasci, por exemplo. Se pudesse optar, estaria vivendo de outro modo.”
“Queria poder morar no meu apartamento, eu sozinha, um gato e meu devido amante.”
“É muito bom chegar perto das pessoas que você admira. Por isso eu sempre quis ser jornalista. Queria fugir com o circo para entrevistar as pessoas na viagem.”
“Eu falo coisas sujas e que podem parecer estranhas quando ditas por uma pessoa na minha posição física tanto em inglês quanto em português.”
“Fiquei com medo quando meu produtor veio com essa onda de querer um produtor no disco. Não conheço nada do ramo. Passei dias e noites refletindo – e eu não sou disso, prefiro gastar esse tempo sentindo.”
Tá, chega de tanta asneira, me mata com a faca da cozinha de uma vez!
Em todas as perguntas, Mallu Magalhães fazia questão de salientar o quanto ela é diferente dos outros jovens, o quanto “foi uma adolescente excluída na escola” (ops, como assim foi uma adolescente? Ela é uma criança!), sempre exaltando seu gosto musical como um troféu. Tudo com um tom hiperesnobe.
O mais impressionante é que a maioria das pessoas acha um máximo toda essa asneira que ela fala!! Acham super cool, cult no úrtimo!! Se parassem pra ler as coisas que ela fala, iam ver como ela simplesmente é incapaz de falar coisa com coisa... Gente, acordem, essa garota não passa de mais uma grande, e bem sucedida, invenção da mídia.
Faço minhas as palavras de alguns comentários (os poucos comentários sãos) deixados no site da Época:
“Mallu Magalhães é ou se faz de retardada. Interessante a parte que ela diz: "Eu não queria estudar, não queria fazer parte da classe social na qual nasci, por exemplo. " Preferi o que srta Mallu? viver numa favela , para poder ter um motivo para sua "melancolia " nas suas letras idiotas?” (Cyr - SP/São Paulo - 05/12/2008 09:04:12)
“Minha primeira impressão dela foi de pena, e, sinceramente, continua sendo. Ela com essas respostinhas metidas a geniais, e que de geniais, nada têm. Quer se passar por misteriosa, a guriazinha, alguém que tem muito a dizer, mas não consegue responder a uma só pergunta sem fugir do assunto ou mencionar os pais. Outra coisa que me irrita muito nela também é o fato dela expor os gostos musicais como se fossem troféis, falando em Johnny Cash e Bob Dylan como se fosse a única adolescente no país que sente repugnância por funk. Não acho que a música dela seja rica, sinceramente; pelo contrário, me irrita. A voz é fraca, não me passa sentimento, como ela tanto gosta de ressaltar, me passa alienação e a hipocrisia de uma guria boba que se acha adulta.” (Fernanda - RS/Porto Alegre - 04/12/2008 23:51:47)
“Ajudem ela a responder coisas coerentes...não dá para ler.Dançar para dentro...seria ela a revolução do pensamento? bah...tem uma coisa que eu não entendo nela...sei não...muito estranha!!!ajudem-na,perguntem...o jeito que ela fala dos pais...esse negócio de homem mais velho me cheira a fuga psicológica,ajuda, etc.” (MICHELLE - RS/Porto Alegre - 04/12/2008 18:37:14)
“Meu Deus! quanta arrogancia e prepotencia, ja vejo o fim dessa pobre alma, drogada fazendo um show por mes e terminando no superpop comentando como saiu das drogas se internando na clinica do Rafael Ilha, da valor aos teus pais imbecil,belo exemplo ta dando pras adolecentes "entrando em lugares que só maiores de idade entram" os pais devem ta desesperados,coitados.”
(mila - RJ/Mesquita - 03/12/2008 05:39:05)
E a pergunta que não quer calar: o que tinha nesse Toddynho??
OBS: Marcelo Camelo caiu MUITO no meu conceito... não por namorar a Mallu, mas por ter dito que a menina “mudou sua forma de ver a música, de compor”. Que decepção, hein Camelo?
17.2.08
Um papo franco com meu eu-lírico
Mas creio que converso melhor com você não diretamente, pois não consigo mais nem sequer escrever coerentemente, mas sim através da leitura... a sábia leitura de bons livros, de bons autores, como O Amor nos Tempos de Cólera, do magnificente Gabriel Gárcia Márquez. Noussa, que texto lindo, esse homem consegue colocar poesia e rima em cada bendito parágrafo que escreve, parece "inspirado pelo Espírito Santo" (como ele mesmo escreve, em alusão ao sentimental Florentino Ariza e suas inflamáveis cartas de amor).
Sabe, eu ia falar sobre política agora, mas não tou no clima nem um pouco. Depois ia escrever sobre Direito, sobre a faculdade, mas também não me apeteceu. Não me encontro nos melhores dias, de fato, então vou esvaindo minha mágoa nas poucas goteiras que tenho, como a literatura e a música.
Eu tive uma agradável descoberta nesses dias tediosos em que estou morando sozinha, e essa descoberta atende pelo nome de Lily Allen. Sim, ela mesma! Já pensei odiá-la, tendo-a quase como um ser repugnante, uma riquinha escandalosa, mas, qual!, descobri que a guria faz boa música. Não me refiro ao hit "Smile" e muito menos ao "Ldn" (que música chata, faça-me o favor), mas sim a umas outras que andei cavando aí, como "Friday Night" e "Shame". Sem contar a última nova dela, "Alfie", ambos música e clipe são demais! Tô adorando essa Lily Allen, mesmo sabendo que ela é uma riquinha chata e que está apresentando um programa na BBC cuja maior atração é ela introduzindo completamente a mão naquela boca suja dela. Mesmo assim, Lily, tu é a minha musa! haha.
Abaixo o clipe de "Smile", que como eu disse não gosto muito mas tá dando um gostinho de assistir nesses últimos dias...