Musiquinha contagiante. Bom demais!
No!
You don't move me anymore
And I'm glad that you don't
'cause I can't have you anymore
But I thought you should know
You don't move me anymore
And I'm glad that you don't
Because I can't take it anymore
Oh!
E hj tem Looks Like com meu consanguíneo alemão e minha consanguínea futura-alemã!
PS: Quanto anonimato na caixinha de comentários, heinhô!
PS2: Depois eu edito esse troço direito... tô no meio da aula de Direito do Trabalho.
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10.9.10
24.8.10
Alegria inusitada
Sei lá, hoje acordei me sentindo abraçada pelo dia. O canto dos passarinhos era pra mim, como que trazendo boas novas. Uma melodia alvissareira, na minha janela. Acho que o ar seco e quente me trouxe boas vibrações, me ativou lugares do cérebro que eu associo com felicidade, sei lá. E isso tudo convivendo com um pesado APESAR DE. A despeito dos meus problemas, a despeito da angústia que não me deixou dormir a noite inteira, que me fez acordar a cada 1 hora e meia e olhar o celular esperando por uma msg de reconciliação que jamais veio. E o dia me aconchegou, apesar de tudo. Acariciou meu rosto e anunciou que tudo vai ficar bem, que tudo vai se ajeitar, que basta eu me levantar, tomar um banho longo, um bom café da manhã e sair poraí irradiando o sorriso que me foi emprestado pela contingência de um dia leve e gratuitamente alegre. Bom dia!
UPDATE (15:00): não acreditem em passarinhos que cantam pra você, nem no prenúncio idiota de um dia feliz. O desfecho do meu dia está sendo a pior merda EVER.
19.8.10
retalhos
No meio de uma aula de direito comercial, os ipês amarelos que rodeiam minha faculdade refletem-se na tela do meu notebook. A voz do professor medíocre ecoa como uma trilha sonora de mau gosto. Os pensamentos voam, fazem escala nos meus sonhos adormecidos, nos meus amores latentes, nos meus medos tão arraigados nas minhas entranhas quanto as raízes do ipê amarelo o são na terra. “Quem pode recorrer? O credor, o Ministério Público...”. O amor descompassado não tem mais o cheiro de cerejeira que tinha antes, e nem Florentino Ariza me parece mais tão atraente quanto era. ‘O amor não vem num pacotinho, ele se constrói, a cada dia’. ‘A coragem do amor que dura’. ‘ Quero a sorte de um amor tranquilo’. O coração dispara. ’22 anos na cara, vai te virar’. ‘Tu tem que ganhar dinheiro’. ‘Tem que matar um leão por dia, teus olhos não vai brilhar todo dia’. Arritmia cardíaca, medo, crise de ansiedade, sintomatologia depressiva. Projetei minhas verdades num ideal que eu não tenho coragem de ser. Não, não é coragem, não é força... nem sempre. Ideais são ideais, vida real é vida real. Consolidei minhas convicções e princípios numa verdade em desconstrução. É tão mais fácil estar à margem. Novação dos créditos, que?
19.2.10
Voltando para a casa - considerações de viagem

Só para dar notícias... Neste momento estou escrevendo do meu quarto de hotel em Frankfurt, e amanhã partirei, de volta à casa. Viajar é o melhor investimento possível, e defenderei isso até a morte. Mas defendo também que uma das partes boas da mesma viagem é sentir falta de casa, da rotina, e, por fim, voltar para estas. Que acabam não sendo mais as mesmas.
Essa viagem de 21 dias me fez conhecer mais um pouquinho desse mundo (mundo louco...), e, por conseguinte, um pouquinho mais sobre mim.
E fico feliz de sentir saudade da minha Porto Alegre, afinal, devo ter algo (principalmente pessoas) bom me esperando por lá, não é? Gosto das minhas raízes.
Agora, há uma longa - e chatérrima - jornada de aeroporto, tédio e malas (em todos os sentidos) me esperando pela frente, mas domingo tô de volta!
Fui. Auf-wiederzen!
PS: Essas fotos pitorescas de Frankfurt não foram tiradas por mim... - encontrei no Flickr de um carinha chamado (apelidado?) überkenny.
Essa viagem de 21 dias me fez conhecer mais um pouquinho desse mundo (mundo louco...), e, por conseguinte, um pouquinho mais sobre mim.
E fico feliz de sentir saudade da minha Porto Alegre, afinal, devo ter algo (principalmente pessoas) bom me esperando por lá, não é? Gosto das minhas raízes.
Agora, há uma longa - e chatérrima - jornada de aeroporto, tédio e malas (em todos os sentidos) me esperando pela frente, mas domingo tô de volta!
Fui. Auf-wiederzen!

PS: Essas fotos pitorescas de Frankfurt não foram tiradas por mim... - encontrei no Flickr de um carinha chamado (apelidado?) überkenny.
16.11.09
Digressões introdutórias e a "aleatoriedade" dos laços humanos
Eu to realmente deixando esse espaço cada vez mais abandonado, o que me entristece... mas é que eu ando fazendo tanta, mas TANTA coisa nessa vida, indo a tantos lugares inusitados, conhecendo tantas pessoas novas, fazendo tantas atividades legais e que me envolvem tanto (e repetindo de uma maneira irritante a palavra "tanto" e suas flexões...), que eu simplesmente não tenho tempo de sentar na frente do PC e escrever um post - quando eu ligo um computador é para digitar aulas, para digitar meus pareceres do trabalho ou para responder e-mails / entrar em redes sociais. Eu só não abandono completamente isso aqui, primeiramente pq gosto, e segundo pq, através das estatísticas do contador, vejo que há pessoas que lêem as aleatoriedades que eu escrevo, e algumas ainda comentam, o que me deixa muito feliz!
Bom, chega de digressões introdutórias inúteis... agora vamos proceder às digressões inúteis, tão-somente... haha. Eu tenho dois pontos a expor. Primeiro: eu estava pensando, provocada especialmente após assistir a um filme (do qual não lembro o nome, mas depois descubro e coloco aqui), a respeito da impressionante aleatoriedade dos laços humanos. Deixa eu ver se me faço entender. Isto se aplica tanto a amizades quanto amores: a gente conhece uma pessoa, meio sem querer, em virtude de certas circunstâncias (também aleatórias), e, sem ter motivo, ou por algum motivo ridículo/fútil, como a meneira que aquela pessoa sorri, ou o jeito dela contar uma piada, nos vemos envolvidos com ela. E seguimos naquele envolvimento, mesmo que os motivos não continuem a aparecer... às vezes por hábito, ou por conveniência, ou por acreditar de verdade que o que nos uniu àquela pessoa é o destino.
Por exemplo, na faculdade, desde o início, desde as primeiras festas, meio por acaso um grupinho se formou... não lembro bem porque. A gente nem se conhecia direito, mas formamos um certo grupo para passar os intervalos, ou ficar junto nas festas. E essa tchurma foi ficando, foi ficando... umas três ou quatro pessoas desse grupo eu realmente me identifico e viraram meus grandes amigos. Com o restante, eu não tenho nada a ver. Não concordo com a maioria das opiniões e pontos de vista, assim como divirjo em todas as discussões. Mas o grupo continua ali, meio por hábito. Chega no intervalo, aquelas pessoas aparecem ali. E só fui me dar conta desse hábito ao qual eu estava presa há pouco tempo, quando resolvi não cortar relações com o grupo, óbvio, mas circular, sair daquela prisão um pouco, e conhecer novas pessoas... me arriscar. Digo me arriscar pq todos já tem suas "panelas" consolidadas, bem como suas opiniões em relação a outrem, mesmo sem conhecer esse "outrem". É normal... rolam fofocas, o povo fala bem, ou fala mal... e a gente, bem ou mal, vira e mexe, é vítima de alguma fofoca. Daí se protege em um grupo, como eu me protegia no meu. Mas quando me dei conta dessa aleatoriedade, e de como eu posso ter a ver com muita gente com a qual nunca conversei e nem sei da existência, ou com a qual eu conversei com certo preconceito, por ser de uma "tribo" (odeio essa palavra) diferente, resolvi circular mais poraí, conhecer novas pessoas e lugares.
O mesmo se dá em relação a amores. No filme que eu vi, uma mulher comenta que se apaixonou por seu ex-marido em razão da maneira que ele contava uma piada... Ficou cega para o machismo dele, e para as diferenças entre os dois. Mas eles foram ficando, e ficando... e tiveram um filho. Depois de um monte de sacanagens dele e de um monte de absurdos que ela ouvia todo dia, ela 'acordou' e resolveu sair de casa. Eu acho que esse é um dos motivos de a gente às vezes ficar preso a uma pessoa, estar infeliz e não saber direito o porque. É a força do hábito, junto com o medo do novo, e às vezes unido a uma crença de que o "destino" nos uniu. Não, não é destino... é apenas a aleatoriedade.
Eu tinha um outro ponto a expor, que anda martelando horrores na minha cabeça de uma meneira inconformista. Mas já escrevi demais. Fica pra próxima.
Ah, sobre o "encontro importante" para o meu futuro de pesquisadora sobre o qual falei no post passado, foi tudo um sucesso.... eu tive ótimos conselhos, e agora fui selecionada para o grupo de pesquisa da faculdade que eu mais queria! Estou muito feliz.
Um beijão!
18.10.09
Mais notas aleatórias.
Glamurosas do funk com tatuagem de Monique Evans não me despertam nenhum interesse... não tenho a mínima vontade de interagir. O mesmo é válido para equivalentes masculinos.
Talvez eu esteja indo nos lugares errados. Com as pessoas erradas.
Não conheço ninguém que queira ir na Bienal comigo. NIN-GUÉM. Nem que seja para se divertir com algumas obras sem pé nem cabeça, tentar adivinhar o sentido de outras e observar o sol se pondo no Guaíba. Não, ninguém do meu círculo acha esse programa atrativo.
Sobre a continuação da minha história, aquela em que era-uma-vez-uma-menina-em-2006-que-tinha-um-namorado-e-que-estava-estudando-pra-passar-no-vestibular, well, a menina passou no vestibular, a cena em câmera lenta com o fundo musical do The Verve não ocorreu, nem tampouco o final feliz com o namoradinho.
Não consigo me divertir em festas atualmente. Não adianta. A música não me anima, e o tipo de guri que me circunda é exclusivamente BABACA way of life: ficam falando gracinhas nojentas, tentando provocar contato físico forçado e ainda achando que fazem super sucesso, dando risinhos malandros para seus amigos. ÉCA.
Sobre Platão, seu Banquete e sua teoria de metades da laranja, fica pra outra hora.
Hoje denoite tenho um encontro importante, para o meu futuro profissional, mais especificamente de pesquisadora. Torçam por mim.
Um beijo.
12.10.09
Voltei! (Assuntos Aleatórios)
Oi, mundo! Fazia tanto tempo que eu sequer logava no Blogger. Engraçado, sou meio de fixações momentâneas... se há uns 4 meses eu era viciada em blogs e pensava em mil assuntos para compartilhar aqui, durante esses últimos tempos eu nem lembrava que tinha um blog. Falta de tempo contribuiu pra esse desligamento também.
Mas aquele "amor entregue à madrugada" estava me deprimindo... chega d'ele ficar em primeiro plano, d'ele ser o primeiro post que aparece quando se olha pra este blog. Xô, sai pra lá. (Não que eu vá te apagar, sabe como é, "haja hoje para tanto ontem", mas o hoje vai cada vez acontecendo mais e deixando o ontem pra trás, é inexorável.) Marcha lenta, como vocês podem ver... mas vida real não é filme, tampouco Platão (em outro post eu explico essa do Platão)
Haha, eu tinha esquecido como era discorrer no papel (na tela do pc, ok) acerca de assuntos não jurídicos. Sem aquele jurisdiquês que a gente se acostuma.
Hoje eu assisti Psicose. Depois Mamma Mia - o filme. Depois novela. Quando eu comecei a assistir a um filme da Xuxa, algo como Xuxa - as gêmeas, comecei a refletir até onde uma pessoa pode chegar para não estudar, haha. Daí me dei conta da procrastinação decadente em que eu estava submergindo, e.... vim para o computador, e resolvi ressucitar o blog! Entenderam a lógica? A gente faz tudo, a gente arruma nossa vida, a gente assiste a filmes da Xuxa, mas a gente não estuda pra prova que tem quarta-feira, de Direito Internacional Público, quilos de matéria, toneladas de folhas por ler. Sério, eu queria taaaanto ser mais focada. Alguém tem uma Ritalina? =)
Tá, chega de divagar sobre assuntos aleatórios. Voltei, é isso que importa. Espero ter tempo para voltar a ler os blogs que tanto gosto. Um beijo.
Observação Aleatória: 2006 foi um dos melhores anos da minha vida. 2007 foi a pior catástrofe. 2008 foi revelador e extremamente feliz. 2009 tá sendo uma bosta. Nunca me senti tão frágil. Lalalá.
Observação Aleatória II: 2006 era o ano que eu estava estudando para entrar na UFRGS. Eu tinha um namorado, eu era sonhadora. Eu ficava ouvindo meu mp3, apertando os fones ao encontro dos tímpanos, bem forte, e eu ouvia aquela música famosa do The Verve, 'Bittersweet alguma coisa', e imaginava a cena, em câmera lenta, de eu encontrando meu nome no listão e indo abraçar meu namorado. A partir daí minha vida seria perfeita. Depois eu conto o final da história.
Mas aquele "amor entregue à madrugada" estava me deprimindo... chega d'ele ficar em primeiro plano, d'ele ser o primeiro post que aparece quando se olha pra este blog. Xô, sai pra lá. (Não que eu vá te apagar, sabe como é, "haja hoje para tanto ontem", mas o hoje vai cada vez acontecendo mais e deixando o ontem pra trás, é inexorável.) Marcha lenta, como vocês podem ver... mas vida real não é filme, tampouco Platão (em outro post eu explico essa do Platão)
Haha, eu tinha esquecido como era discorrer no papel (na tela do pc, ok) acerca de assuntos não jurídicos. Sem aquele jurisdiquês que a gente se acostuma.
Hoje eu assisti Psicose. Depois Mamma Mia - o filme. Depois novela. Quando eu comecei a assistir a um filme da Xuxa, algo como Xuxa - as gêmeas, comecei a refletir até onde uma pessoa pode chegar para não estudar, haha. Daí me dei conta da procrastinação decadente em que eu estava submergindo, e.... vim para o computador, e resolvi ressucitar o blog! Entenderam a lógica? A gente faz tudo, a gente arruma nossa vida, a gente assiste a filmes da Xuxa, mas a gente não estuda pra prova que tem quarta-feira, de Direito Internacional Público, quilos de matéria, toneladas de folhas por ler. Sério, eu queria taaaanto ser mais focada. Alguém tem uma Ritalina? =)
Tá, chega de divagar sobre assuntos aleatórios. Voltei, é isso que importa. Espero ter tempo para voltar a ler os blogs que tanto gosto. Um beijo.
Observação Aleatória: 2006 foi um dos melhores anos da minha vida. 2007 foi a pior catástrofe. 2008 foi revelador e extremamente feliz. 2009 tá sendo uma bosta. Nunca me senti tão frágil. Lalalá.
Observação Aleatória II: 2006 era o ano que eu estava estudando para entrar na UFRGS. Eu tinha um namorado, eu era sonhadora. Eu ficava ouvindo meu mp3, apertando os fones ao encontro dos tímpanos, bem forte, e eu ouvia aquela música famosa do The Verve, 'Bittersweet alguma coisa', e imaginava a cena, em câmera lenta, de eu encontrando meu nome no listão e indo abraçar meu namorado. A partir daí minha vida seria perfeita. Depois eu conto o final da história.
22.7.09
Post codificado sobre as tristezas minhas, mais minhas.

O problema é que não é só uma ferida. São mais. São todas.
As alegrias no momento são só as imediatas. Pq mediatamente, mediatamente tudo é breu, uma escuridão densa e impenetrável. Então me foco no espresso curto bem forte, que eu adoro; num pedaço de torta com uma rara boa companhia; nas páginas nuas de um bom livro que tenho pela frente; nos olhares tenros e compreensivos do meu gato, que adora dormir no meu colo; num instante de conversa que vale à pena. No mais, até os prazeres imediatos estão parcos, e eu me fecho na minha bolha, como sempre faço nessas horas. É o meu esconderijo mais meu.
As alegrias no momento são só as imediatas. Pq mediatamente, mediatamente tudo é breu, uma escuridão densa e impenetrável. Então me foco no espresso curto bem forte, que eu adoro; num pedaço de torta com uma rara boa companhia; nas páginas nuas de um bom livro que tenho pela frente; nos olhares tenros e compreensivos do meu gato, que adora dormir no meu colo; num instante de conversa que vale à pena. No mais, até os prazeres imediatos estão parcos, e eu me fecho na minha bolha, como sempre faço nessas horas. É o meu esconderijo mais meu.
Imagem: HelloLolla.com
22.6.09
Rapidinhas não muito elaboradas
- Por que, meu Deus, os poemas de ônibus são todos tomados por palavras difíceis, as quais nem o mais intelectualóide dos poetas brasileiros seria capaz de conhecer? Pq essa ideia arraigada de que, para um texto ser bom, deve ser entupido de palavras complexas e difíceis? Cara, não é poraí.
- Dizem que o tal do Jesus Luz é cheio e esnobe, pq desfilou carrancudo pela SPFW. Há quem diga que é pura timidez. Jesus Luz, estou contigo! hehe. Eu sei muito bem o que é ser um tímido mal-compreendido.
- Às vezes a gente ganha, às vezes a gente perde. (Eu adoro clichês.) (Essa frase poderia ter sido dita pelo filósofo Pedro Bial, mas creio que seja mais antiga.)
- A vida vale à pena por isso:

- Dizem que o tal do Jesus Luz é cheio e esnobe, pq desfilou carrancudo pela SPFW. Há quem diga que é pura timidez. Jesus Luz, estou contigo! hehe. Eu sei muito bem o que é ser um tímido mal-compreendido.
- Às vezes a gente ganha, às vezes a gente perde. (Eu adoro clichês.) (Essa frase poderia ter sido dita pelo filósofo Pedro Bial, mas creio que seja mais antiga.)
- A vida vale à pena por isso:

Beijosnãometwittem, pq odeio Twitter, tá? Eu sou resistente.
2.5.09
Um pouco de reflexão às vezes é 'bão'
Eu já estava com a tal da reflexão em processamento nos meus tico e teco de lôra, quando li neste blog a seguinte frase: "90 PEOPLE GET THE SWINE FLU AND EVERYBODY WANTS TO WEAR A MASK. A MILLION PEOPLE HAVE AIDS AND NO ONE WANTS TO WEAR A CONDOM" ("90 pessoas pegam a gripe suína e todo mundo quer vestir a máscara. Um milhão de pessoas tem AIDS e ninguém quer usar camisinha"). Simplesmente perfeita a analogia.
Mais cedo tinha conversado com meus pai à respeito, e ele ironizou: "é, todo mundo preocupado em se vacinar da gripe suína e da febre amarela, seriam mais sãos se quisessem se vacinar de 'acidente de trânsito'" (um mal que mata, dia após dia, muito mais gente do que gripe suína ou febre amarela, que é só o que se fala na mídia agora).
Reflexões que podem ser extraídas do que expus. Primeiramente, a volubilidade da mídia, "mídia líquida", bem como do povo, sem memória, que elege um assunto para ser o centro das atenções durante um certo período (geralmente um período bem curto, pois logo os holofotes se direcionarão para outro escândalo). Naturalmente, com exagero e sensacionalismo. Assim foi com o caso Isabela Nardoni, por exemplo, e assim está sendo com a gripe suína agora. Você abre qualquer jornal ou liga qualquer canal de TV, principalmente a Globo, e só se fala nisso: coberturas 24h , plantões jornalísticos, enfim, todo aparato possível e impossível, imaginável e inimaginável sobre o assunto elegido. O povo fica todo preocupado com isso, todos comentam, é o assunto de qualquer roda. Neste período em que certo assunto sensacionalisticamente está sob os holofotes, esquece-se o resto. Aquilo que era o assunto de ontem? Não lembro não... quero mesmo é saber da gripe suína, que horror, vamos fazer uma ONG sobre isso?
É uma alienação total, uma falta de memória, e uma falta de senso crítico também. Hello, você está está tão preocupado em vestir uma máscara fashion contra a gripe suína, esqueceu do casal Nardoni? Da Maddy? e o Mensalão, ainda lembra o que é isso? Enquanto isso, coisas muito mais graves seguem aí, aumentando em progressão geométrica, e ninguém faz nada. O único mal da humanidade é a gripe suína.
A gente quer vacina da gripe suína, a gente quer alguém nos dando remedinho na boca, nos dando agulinha com anti corpus, mas não tem competência pra usar camisinha quando vai transar e de não beber quando vai dirigir (lembra de AIDS e acidentes de trânsito? que matam diariamente muito mais do que a porra da gripe suína?). Quando a gente tem que estar no polo ativo, a gente não consegue, por mais simples que seja. E agora a gente chora com as criancinhas que morrem de gripe suína e fica vendo o dia inteiro Plantão da Globo sobre as pessoas usando máscaras no México? Ah, tenha dó.
1.5.09
A quem interessar possa... (Revogação total da Lei de Imprensa)
Passadinha rápida só pra uma notificação: a quem interessar possa (na verdade isso deveria interessar a todos os brasileiros, mas tudo bem), o Supremo, nessa quinta-feira, revogou totalmente a Lei de Imprensa, editada em 1967, quando o Brasil vivia sob a ditadura militar.
Bafão!!
Beijocas e até mais.
Bafão!!
Beijocas e até mais.
22.4.09
"Tarot do Dia"
5 de Copas
Momento de encarar os fatos
O 5 de Copas é o seu arcano do aconselhamento nesta tiragem, Gabriela, e vem para lembrar deste momento como sendo importante para que você possa ver as coisas que você evitava ver. Chega de ilusões auto-impostas! Por mais dolorido que seja, é hora de identificar o que precisa ser mudado e parar de projetar expectativas excessivas nos outros, afinal isso não é justo nem com você, nem com os outros. Confronte-se com os fatos, ainda que uma parte sua evite tacitamente fazê-lo, por puro medo de sofrer. Lembre-se que sofremos mais ainda quando insistimos em histórias que não dão certo. A maior parte de nossos sofrimentos deriva de insistências tolas que fazemos, a despeito de todos os conselhos em contrário. Conselho: Só nos enganamos quando queremos. Acorde!
Nossa, o Personare me intimou. Medo.
Pior que ele tá com razão.
Momento de encarar os fatos
O 5 de Copas é o seu arcano do aconselhamento nesta tiragem, Gabriela, e vem para lembrar deste momento como sendo importante para que você possa ver as coisas que você evitava ver. Chega de ilusões auto-impostas! Por mais dolorido que seja, é hora de identificar o que precisa ser mudado e parar de projetar expectativas excessivas nos outros, afinal isso não é justo nem com você, nem com os outros. Confronte-se com os fatos, ainda que uma parte sua evite tacitamente fazê-lo, por puro medo de sofrer. Lembre-se que sofremos mais ainda quando insistimos em histórias que não dão certo. A maior parte de nossos sofrimentos deriva de insistências tolas que fazemos, a despeito de todos os conselhos em contrário. Conselho: Só nos enganamos quando queremos. Acorde!
Nossa, o Personare me intimou. Medo.
Pior que ele tá com razão.
5.11.08
Lalalá Tralarirá
Sem nenhum post auto-ajuda para que os outros leiam, se confortem e comentem, ok? Caia fora se você é desse tipo.
Ando irritada e intorelante com o pessoal da faculdade. Sei lá, tudo me irrita, não gosto mais das pessoas como antes, não tenho mais paciência pras suas histórias pequenas e repetidas. Com algumas exceções, quais sejam duas ou três amigas.
Sem paciência para observar as panelinhas, as fofoquinhas, as intriguinhas. Lá é assim, sempre foi e sempre vai ser: um antro de fofoca, de intriga, de um querendo pisar em cima do outro na primeira oportunidade. Seja porque sabe alemão, porque fez um curso na itália, ou qualquer coisa que prove grande capacidade intelectual, seja porque é mais bonito e mais popular, ou porque tem roupas mais caras ou trendsetters. No fundo, são todos iguais, não há diversidade alguma.
Mas no meio disso, há algumas coisas que abrem a cabeça. Ontem fui num evento muito massa, cujo palestrante era o jornalista Caco Barcellos. Confirmei o que já sabia: o cara é um máximo. Ele falou sobre a cultura da violência, assunto que devia interessar a todos, e especialmente me tocou, agora que estou trabalhando com direito penal. Ele apresentou alguns vídeos, e principalmente expôs as opiniões dele sobre o assunto.
Interessante que a patrocinadora do evento, chamado "Diálogos Universitários" (q era de graça, dava comida de graça, mochila de graça e até o cu de graça) tratava-se da empresa Souza Cruz, empresa que produz cigarro, desde as lavouras de fumo até as grandes indústrias. Engraçado que a Souza Cruz fica patrocinando esses eventos de "consciência social" como se fosse muito boazinha e não ganhasse nada em troca. Apresentou vídeos mostrando como ela é bondosa com os agricultores e com a sociedade. Ahã. Mas o mais engraçado foi uma pergunta que fizeram da platéia para a representante da Souza Cruz: "é verdade que o cigarro mata mais que o dobro do que a violência?". A platéia caiu no riso. A mulher, altiva e imponente em seu salto 15, e apoiada em seus discursinhos prontos, despencou. Mas fez questão de dizer, com seu chiado carioquês exagerado: "Vocêixx axxam que eu não goxxxto desaxxx perguntaxx mas eu adoroooo!!! Muito obrigada quem feixxx!!!!". Pior que isso foi a resposta, também fruto de um discurso pronto, uma vez que sem dúvida eles são treinados para se dar bem diante dessas provocações: "É, porque a gente nasce ouvindo que cigarro faz mal, e isso entra na nossa cabeça..." What the fuck??? Ela tá querendo insinuar que cigarro não faz mal?? Sorte que ela era bonita e bem vestida e bem maquiada, assim o povo recebeu ela bem, naturalmente. Mas mesmo assim, ouviu-se uns "UUUUU" de uns poucos ouvintes.
Me estendi.
Dale Obama. E eras isso.
Ando irritada e intorelante com o pessoal da faculdade. Sei lá, tudo me irrita, não gosto mais das pessoas como antes, não tenho mais paciência pras suas histórias pequenas e repetidas. Com algumas exceções, quais sejam duas ou três amigas.
Sem paciência para observar as panelinhas, as fofoquinhas, as intriguinhas. Lá é assim, sempre foi e sempre vai ser: um antro de fofoca, de intriga, de um querendo pisar em cima do outro na primeira oportunidade. Seja porque sabe alemão, porque fez um curso na itália, ou qualquer coisa que prove grande capacidade intelectual, seja porque é mais bonito e mais popular, ou porque tem roupas mais caras ou trendsetters. No fundo, são todos iguais, não há diversidade alguma.
Mas no meio disso, há algumas coisas que abrem a cabeça. Ontem fui num evento muito massa, cujo palestrante era o jornalista Caco Barcellos. Confirmei o que já sabia: o cara é um máximo. Ele falou sobre a cultura da violência, assunto que devia interessar a todos, e especialmente me tocou, agora que estou trabalhando com direito penal. Ele apresentou alguns vídeos, e principalmente expôs as opiniões dele sobre o assunto.
Interessante que a patrocinadora do evento, chamado "Diálogos Universitários" (q era de graça, dava comida de graça, mochila de graça e até o cu de graça) tratava-se da empresa Souza Cruz, empresa que produz cigarro, desde as lavouras de fumo até as grandes indústrias. Engraçado que a Souza Cruz fica patrocinando esses eventos de "consciência social" como se fosse muito boazinha e não ganhasse nada em troca. Apresentou vídeos mostrando como ela é bondosa com os agricultores e com a sociedade. Ahã. Mas o mais engraçado foi uma pergunta que fizeram da platéia para a representante da Souza Cruz: "é verdade que o cigarro mata mais que o dobro do que a violência?". A platéia caiu no riso. A mulher, altiva e imponente em seu salto 15, e apoiada em seus discursinhos prontos, despencou. Mas fez questão de dizer, com seu chiado carioquês exagerado: "Vocêixx axxam que eu não goxxxto desaxxx perguntaxx mas eu adoroooo!!! Muito obrigada quem feixxx!!!!". Pior que isso foi a resposta, também fruto de um discurso pronto, uma vez que sem dúvida eles são treinados para se dar bem diante dessas provocações: "É, porque a gente nasce ouvindo que cigarro faz mal, e isso entra na nossa cabeça..." What the fuck??? Ela tá querendo insinuar que cigarro não faz mal?? Sorte que ela era bonita e bem vestida e bem maquiada, assim o povo recebeu ela bem, naturalmente. Mas mesmo assim, ouviu-se uns "UUUUU" de uns poucos ouvintes.
Me estendi.
Dale Obama. E eras isso.
30.9.07
auqoemfla sieodlsja sjkoaksla loucuras gabrielais
Esse post vai soar a coisa mais "my dear diary" do mundo, mas eu não tenho mais problemas com isso. Afinal, quem sou eu senão a criatura mais paradoxal e contraditória do planeta, que faz coisas que 5 minutos atrás abominava e 5 minutos depois do feito passará a abominar novamente. Sim, um turbilhão de informações, uma diarréia silábica, uma masturbação mental, preparem-se. Porque agora eu não estou contando causos alheios. Eu estou divagando acerca da minha vida :)
Eu estou me sentindo uma garotinha de 14 anos novamente. Confusa, revoltadinha, irritadinha, adorando se auto denominar neurótica e problemática. A esse ponto eu já esqueci todas as regrinhas da escrita polida e foda-se se você não gostar (viu? a criança revoltadinha atacando).
Eu sempre me considerei uma pessoa bem cética. Tanto é que eu sou atéia. Só que eu comecei a acreditar num lance de energias que perambulam poraí, feito fluidos uivantes. Sei lá, deve haver algo maior. Eu continuo achando que o mérdito de eu ter passado no vestibular não foi meu, e sim dessas energias misteriosas. Afinal, como eu tirei 19/25 em biologia se eu não sabia nem o que era uma planária? (tá, eu sabia o que era uma planária, mas todo mundo conhece esses bichinhos simpáticos que escovam os dentes depois de cagarem). O fato é que desde ontem eu comecei a achar legal andar com um colar com pingente de anginho abençoado pelo Papa. Meu Deus, há uns meses atrás eu me acharia uma otária.
Por uns quatro dias passei por uns momentos singulares e bizarros na minha vida. Tá certo que eu estava dopada de remédios, mas eu me sentia totalmente apática, estável, não tinha nenhum sentimento. Era como um momento mágico da minha vida. Eu pensava unicamente em mim, sem valorações e influência de sentimentos como medo e ansiedade. Eu simplesmente refleti o que seria melhor pra mim, e me senti tão plena com isso. Daí, do nada, esse sábado, tudo desabou. Voltei a ser um ser humano, a chorar e a ter medos. Ó vida, não sei o que faço.
Desculpem pelo post, por ele ter sido confuso, violento e egoísta, mas sinceramente ele foi muito mais pra mim do que pra vocês. Beijos ;)
9.9.07
Idosa Frenética II, conservadores, eventos...
A Idosa Frenética deu o que falar! A continuação da saga desta senhora um tanto quanto arteira apresenta-se nos escritos de hoje. Trata-se da mesma conversa, do mesmo dia e do mesmo lugar do post passado, entretanto digamos que...com uma dose a mais de pimenta. Tirem as crianças da sala, e quem é menor de 18 anos façofavor de nem ler isso aqui, porque é feio, ok?
Compartimentarei as perigosas frases de Dona Benta* (*nome modificado para não comprometer a identidade real da nossa dita cuja) de forma diferente do post passado.
Primeiro Marido (menininhas ingênuas, preparem-se para o escândalo)
"Não rezo um Pai Nosso por ele!"
"Eu até gostava dele, mas não tinha tesão..."
"Casei com 17 anos...era muito novinha, tinha medo...doeu prá burro..."
"Casei com 17 anos...era muito novinha, tinha medo...doeu prá burro..."
"[...] ficava me pedindo pra cortas suas unhas do pé...Deus me livre, que nojo!"
Homens
"Sabe, menina, que não aparece um diabo? A concorrência é forte...ficam indo umas guriazinhas (lê-se por guriazinhas senhoras de 60, 65 anos) nos mesmos bailes que eu, aí não dá! Homem sempre quer as mais novinhas..."
"Há uns dez anos namorei um moreno bem novinho... Parecia um ator da Globo, era um pedaço de mal caminho. Mas tu sabe que na cama eu não senti nada, nadinha?? Beleza não quer dizer nada..."
Sexo
"Eu me considero uma professora do sexo...tenho experiência na coisa, ora"
"Vê se não esquece o que eu vou te falar... sexo oral tem que ser recíproco!"
... Só lembrando também que ela passou a conversa toda com um copo de whisky na mão, e às vezes parava de me dar atenção do nada e começava a dançar serelepe e alegremente umas musiquinhas que tocavam no ambiente. Ela me aconselhou a não casar nunca, e se for pra ter filhos, que seja bem tarde, para eu poder aproveitar bem a vida.
Vamos combinar, essa mulher é um máximo. Totalmente quebradora de paradigmas. É claro que eu me conheço e sei que nunca conseguiria ser como ela, pois eu sonho em me casar e tal (um casamento que alie amor + tesão, é claro). Mas não posso deixar de aplaudir uma pessoa como ela. O que mais vem me irritando ultimamente são certas pessoas conservadorazinhas e hipócritas que perambulam poraí. Condenam a tudo e a todos, apontam o dedo podre e julgam qualquer coisa. Andei lendo o blog desta mulher, que mora nos EUA, e cita casos muito interessantes de escândalos com conservadores americanos nojentos e homofóbicos, que, após uma vida política reprimindo gays e votando a favor de leis que o reprimam cada vez mais, são flagrados com garotos de programa. Falso moralismo é fod* né...
Mudando de assunto, não posso deixar de citar um evento e um filme que assisti nessas últimas duas semanas:
Teatro Negro de Praga
"[...]O que impressiona é a técnica de teatro negro. Em um palco escuro, objetos pintados com tinta fluorescente são manipulados por atores vestidos de preto dos pés à cabeça. Iluminados apenas com luz negra, os objetos parecem flutuar no palco. Criado por Jirí Srnec, essa técnica mistura teatro e magia com elementos de mímica e cartoon." (Folha Online)
Fantástico, genial... música, poesia e magia aliados a uma técnica perfeita. É lindo. Nunca irei esquecer =)
Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída
Ok, é considerado um clássico. Mas eu odiei ver. Cenas pesadas, explícitas, que me deixaram cheia de náusea (e olha que eu não sou nada fresca). Até que ponto vale a pena assistirmos a cenas assim, cruas, pesadas? Acho vale a pena se elas incitam algum tipo de reflexão, nos acrescentam algo. Mas não achei que foi o caso de Christiane F. O filme é muito pesado pelas cenas, mas não me trouxe muita reflexão. Tá, eu sei que é o retrato de uma geração, da destruição pelas drogas... Mas o filme deixa a desejar ao abordar muito pouco as impressões da menina, sua carga emocional, conflitos. Mais informações aqui.
Agora vou levantar a bunda dessa cadeira pois tenho muito a fazer.
Ah, notaram que eu mudei o layout?
Beijos!
29.8.07
Idosa frenética e comunidades do Orkut
ELA: Sabe, a minha primeira vez doeu prá burro!
EU: é? hehe...
ELA: É. Mas agora sou eu que empurro os cara’ pra cama!
EU: ahn... hehe...
ELA: Eu gostava do meu ex-marido (falecido). Mas eu não tinha tesão por ele, sabe?
EU: ...
Até seria uma conversa normal entre duas mulheres. Isso se “ELA” não se tratasse de uma “gata idosa” (auto-denominação) de 85 anos com um whisky na mão e amiga da minha bisavó. Local do acontecido: aniversário da minha bisavó, em uma cidade do interior (Estrela-RS).
Isso que eu chamo de uma vanguardista! Quando crescer quero ser que nem ela.
EU: é? hehe...
ELA: É. Mas agora sou eu que empurro os cara’ pra cama!
EU: ahn... hehe...
ELA: Eu gostava do meu ex-marido (falecido). Mas eu não tinha tesão por ele, sabe?
EU: ...
Até seria uma conversa normal entre duas mulheres. Isso se “ELA” não se tratasse de uma “gata idosa” (auto-denominação) de 85 anos com um whisky na mão e amiga da minha bisavó. Local do acontecido: aniversário da minha bisavó, em uma cidade do interior (Estrela-RS).
Isso que eu chamo de uma vanguardista! Quando crescer quero ser que nem ela.
Mudando de assunto, a Cintation me indicou o joguinho das 5 comunidades do Orkut. Obrigada =D
Aí vai:
1. É? É mesmo? Poxa que legal campeão.
"Se vc sempre teve vontade de dar um "é mesmo?" pra alguem que te faz alguma afirmação idiota, ou coisa que vc ja saiba, ou até mesmo quando você está sem paciência pra escuta algo entre aqui e seja feliz!!!"
Essa comunidade é ótima. Adoro citá-la em momentos em que as pessoas falam coisas totalmente óbvias e, principalmente, quando elas começam a falar demais de si mesmas e de suas conquistas, de forma esnobe.
2. Drogas Alternativas
"Se você fica muito doido com:
- Chocolate- Café- Açúcar- Cheiro de gasolina- Cheiro de acetona- Cheiro de esmalte - Cola de Isopor- Vick- Sorine- Jujuba- Coca-Cola - Coca-Cola Light- Halls (preto)- Música- Internet- Pringles- Açaí- Listerine..."
Dispensa comentários né!
3. Eu fico olhando o nada
"Contemplem a voluptuosidade do nada.
01 "Acho que é a busca por algo que não se sabe o que é." Poliana Cristina
02 "Total falta de interesse pelas futilidades debatidas naquele momento visto que a morte da bezerra às vezes parece mais importante" Douglas Campos
03 "Solidão!" Lidiane Haas"
Às vezes eu fico horas contemplando o nada. E podem acreditar, não se trata de um hábito vazio.
4. Não sou metido(a), sou míope!
"Para as pessoas que sempre são taxadas de metidas por ignorarem pessoas conhecidas e queridas...essa é a hora de revelarmos o nosso grande segredo....que na verdade nós somos todos ceguetas mesmo!!! hehe"
No meu caso,é a maldita hipermetropia: na rua ando sem óculos e não enxergo ninguém.
5. GET A LIFE!
"O clube social de quem não aguenta mais suportar indivíduos que adoram se intrometer em nossas vidas."
Tem gente que precisa criar uma própria vida e deixar de viver para os causos alheios.
Fui! ...E não percam o próximo post, "Idosa frenética II..."!
"Se vc sempre teve vontade de dar um "é mesmo?" pra alguem que te faz alguma afirmação idiota, ou coisa que vc ja saiba, ou até mesmo quando você está sem paciência pra escuta algo entre aqui e seja feliz!!!"
Essa comunidade é ótima. Adoro citá-la em momentos em que as pessoas falam coisas totalmente óbvias e, principalmente, quando elas começam a falar demais de si mesmas e de suas conquistas, de forma esnobe.
2. Drogas Alternativas
"Se você fica muito doido com:
- Chocolate- Café- Açúcar- Cheiro de gasolina- Cheiro de acetona- Cheiro de esmalte - Cola de Isopor- Vick- Sorine- Jujuba- Coca-Cola - Coca-Cola Light- Halls (preto)- Música- Internet- Pringles- Açaí- Listerine..."
Dispensa comentários né!
3. Eu fico olhando o nada
"Contemplem a voluptuosidade do nada.
01 "Acho que é a busca por algo que não se sabe o que é." Poliana Cristina
02 "Total falta de interesse pelas futilidades debatidas naquele momento visto que a morte da bezerra às vezes parece mais importante" Douglas Campos
03 "Solidão!" Lidiane Haas"
Às vezes eu fico horas contemplando o nada. E podem acreditar, não se trata de um hábito vazio.
4. Não sou metido(a), sou míope!
"Para as pessoas que sempre são taxadas de metidas por ignorarem pessoas conhecidas e queridas...essa é a hora de revelarmos o nosso grande segredo....que na verdade nós somos todos ceguetas mesmo!!! hehe"
No meu caso,é a maldita hipermetropia: na rua ando sem óculos e não enxergo ninguém.
5. GET A LIFE!
"O clube social de quem não aguenta mais suportar indivíduos que adoram se intrometer em nossas vidas."
Tem gente que precisa criar uma própria vida e deixar de viver para os causos alheios.
Fui! ...E não percam o próximo post, "Idosa frenética II..."!
18.8.07
Deixa o sol bater na cara, esquece tudo que te faz mal...
Coisas tão simples que nos fazem sentir realmente bem:
1. Sentir o sol no rosto...no corpo... Curtir o momento. Se for num parque, com um chimarrão em mãos e em boa companhia, então nem se fala! É um momento que proporciona uma sensação de intensidade e de vida (vida realmente "vivida", entende?) muito grande.
2. Dançar, dançar e dançar! Descobri-me a pessoa mais feliz do mundo ao colocar os fones do meu i-Pod e projetar minha imagem na frente do espelhão do meu quarto - dançando, dançando loucamente! Saltitando, fazendo passes bizarros (tipo de ballet...haha), rodopiando... A saber, uma das melhores músicas pra dançar na frente da própria imagem é "I'm a believer", do Smash Mouth (vide trilha sonora do filme do Shrek).
1. Sentir o sol no rosto...no corpo... Curtir o momento. Se for num parque, com um chimarrão em mãos e em boa companhia, então nem se fala! É um momento que proporciona uma sensação de intensidade e de vida (vida realmente "vivida", entende?) muito grande.
2. Dançar, dançar e dançar! Descobri-me a pessoa mais feliz do mundo ao colocar os fones do meu i-Pod e projetar minha imagem na frente do espelhão do meu quarto - dançando, dançando loucamente! Saltitando, fazendo passes bizarros (tipo de ballet...haha), rodopiando... A saber, uma das melhores músicas pra dançar na frente da própria imagem é "I'm a believer", do Smash Mouth (vide trilha sonora do filme do Shrek).
I thought love was only true in fairy tales
Meant for someone else but not for me
Love was out to get me
Thats the way it seemed
Disappointment haunted all my dreams
Then I saw her face
Now Im a believer...
Ulalá!
Ulalá!
Novo layout! Gostei bastante =) Mais clean e mais maduro que o anterior.
13.7.07
Extra-terrestre
É uma sexta-feira de noite. Eu deveria estar na festa, com meu namorado. Teoricamente, o meu lugar. Mas estou vestida que nem uma mendiga, na frente do computador e com uma panela de negrinho no colo. Creio que seja o meu jeito de "encher a cara".
Nossa, me sinto uma extra-terrestre. Qualquer pessoa da minha idade preferiria estar na "balada" agora, e certamente me tomaria como um ser "anti-social". Mais do que uma extra-terrestre, sinto-me culpada por ser assim.
Nossa, me sinto uma extra-terrestre. Qualquer pessoa da minha idade preferiria estar na "balada" agora, e certamente me tomaria como um ser "anti-social". Mais do que uma extra-terrestre, sinto-me culpada por ser assim.
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