segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Digressões introdutórias e a "aleatoriedade" dos laços humanos
domingo, 18 de outubro de 2009
Mais notas aleatórias.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Voltei! (Assuntos Aleatórios)
Mas aquele "amor entregue à madrugada" estava me deprimindo... chega d'ele ficar em primeiro plano, d'ele ser o primeiro post que aparece quando se olha pra este blog. Xô, sai pra lá. (Não que eu vá te apagar, sabe como é, "haja hoje para tanto ontem", mas o hoje vai cada vez acontecendo mais e deixando o ontem pra trás, é inexorável.) Marcha lenta, como vocês podem ver... mas vida real não é filme, tampouco Platão (em outro post eu explico essa do Platão)
Haha, eu tinha esquecido como era discorrer no papel (na tela do pc, ok) acerca de assuntos não jurídicos. Sem aquele jurisdiquês que a gente se acostuma.
Hoje eu assisti Psicose. Depois Mamma Mia - o filme. Depois novela. Quando eu comecei a assistir a um filme da Xuxa, algo como Xuxa - as gêmeas, comecei a refletir até onde uma pessoa pode chegar para não estudar, haha. Daí me dei conta da procrastinação decadente em que eu estava submergindo, e.... vim para o computador, e resolvi ressucitar o blog! Entenderam a lógica? A gente faz tudo, a gente arruma nossa vida, a gente assiste a filmes da Xuxa, mas a gente não estuda pra prova que tem quarta-feira, de Direito Internacional Público, quilos de matéria, toneladas de folhas por ler. Sério, eu queria taaaanto ser mais focada. Alguém tem uma Ritalina? =)
Tá, chega de divagar sobre assuntos aleatórios. Voltei, é isso que importa. Espero ter tempo para voltar a ler os blogs que tanto gosto. Um beijo.
Observação Aleatória: 2006 foi um dos melhores anos da minha vida. 2007 foi a pior catástrofe. 2008 foi revelador e extremamente feliz. 2009 tá sendo uma bosta. Nunca me senti tão frágil. Lalalá.
Observação Aleatória II: 2006 era o ano que eu estava estudando para entrar na UFRGS. Eu tinha um namorado, eu era sonhadora. Eu ficava ouvindo meu mp3, apertando os fones ao encontro dos tímpanos, bem forte, e eu ouvia aquela música famosa do The Verve, 'Bittersweet alguma coisa', e imaginava a cena, em câmera lenta, de eu encontrando meu nome no listão e indo abraçar meu namorado. A partir daí minha vida seria perfeita. Depois eu conto o final da história.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Amor entregue à madrugada - Postagem Temática.

Eu não necessito que você me procure, desde que eu saiba que você se lembra de mim todo dia, com ternura e nostalgia. Desde que você pense em mim quando percorrer as linhas daquela poesia [que você sabe qual é], molhando com lágrimas tenras e resignadas as páginas que tantas vezes folheamos juntos.
Eu não preciso saber de você, eu só preciso que você ria daquele jeito gostoso, colocando a mão direita na barriga, quando lembrar nossas histórias engraçadas. E que a saudade doa no seu peito depois disso, feito ressaca.
Eu suporto que você não escreva cartas pra mim, desde que leia as que eu te fiz, guarde numa caixinha colorida dentro do seu coração e depois lamente pelas cartas que nunca serão escritas, pelos braços que não serão entrelaçados, pelos beijos que nunca serão. Eu preciso que você ouça aquela música e seu peito aperte, seu rosto feche, e você seja obrigado a disfarçar na frente de sua nova mulher.
Eu não preciso que você me ligue, eu só quero que você pense em mim toda noite, antes de dormir. E nos encontraremos em nossos sonhos, continuando a história que nosso destino interrompeu. Traçando com amor em nosso mundo onírico o caminho descruzado, o caminho que não pode ser.
***
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Máscaras nossas de cada dia - Postagem Temática

Máscaras...difícil dissociá-las do aspecto negativo e pejorativo o qual a opinião popular insiste em colar nelas feito carrapato, do tipo “as máscaras sempre caem”, ou “um lobo mascarado de cordeiro”, enfim. Esquece-se a maioria de que existem as máscaras que usamos em nosso dia-a-dia, e as quais usamos tanto que nem paramos para analisar, colocar a mão na consciência e se dar conta de que se tratam de máscaras. O hábito, o costume reiterado, nos faz perder a consciência e tão-somente repetir um padrão.
Pois todos nós usamos máscaras, as máscaras em largo senso: uns em maior, outros em menos grau e intensidade. Máscara, no sentido em que estou propondo, é aquele teatrinho do dia-a-dia, é o sorrisinho amarelo, a conversa pré-pronta, a mentirinha "branca". Máscaras são necessárias: precisamos delas todos os dias. Temos muitos papéis a desempenhar, e as máscaras são as garantidoras do nosso sucesso no emprego das múltiplas dimensões humanas que o mundo moderno exige. Às vezes dizemos coisas menos por realmente pensarmos aquilo do que por o achar "legal" e adequado. É inevitável: temos diversas faces, que são empregadas diferentemente de acordo com a circunstância e o tipo de relação que se apresenta.
Nessa esteira, não acho que máscara seja algo que devamos nos desvencilhar ou tentar viver sem. Certas pessoas podem julgar o que falo extremamente reprovável, mas creio que a maioria estaria sendo hipócrita se afirmasse que somos exatamente os mesmos em todas as situações e circunstâncias da vida: sou o mesmo em casa quando estou sozinho, sou o mesmo em um bar com meus amigos, sou o mesmo no trabalho, sou sempre o mesmo. Máscara é, mas do que um enquadramento social, uma estratégia de sobrevivência.
Outro dia eu discorro sobre o lado mais sombrio das máscaras: aquele em que as utilizamos como proteção, para mascarar dores, frustrações e fraquezas pessoais - muito embora nem nesse aspecto eu concorde que devamos nos desvencilhar, em todos os casos, das máscaras, ou que seu uso seja sempre reprovável.
PS: Esse texto foi feito correndo e sob pressão do editor, Rafael, visto que o prazo é só até amanhã! Hehe, brincadeira Rafa, apenas não estou acostumada a ter prazo para escrever, embora tenha adorado a experiência e a ideia dos Blogs Sincronizados. Espero que o projeto tenha vida longa! Um beijo a todos.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Tô indo aí pra me buscar [2]
Ao som de Pink Floyd, Dark Side of the Moon (the entire album!), flutuando em alguma órbita desconhecida.
Sem dúvida ando em hiato criativo, mas não pq minha vida não esteja uma bagunça digna de novelas mexicanas e contos fantásticos de Guy de Maupassant (…peraí que eu tô naquela parte da música em que a mulher dá uns gritos efusivos, eu preciso parar tudo, fechar os olhos e curtir essa loucura).
Pra falar bem a verdade, minha vida está mais novelística do que jamais esteve. Mais intensa e cheia de acontecimentos do que nunca dantes! Isso não significa que eu não me sinta vazia, mas pelo menos meu copo anda bem cheio! (Trocadilho infame). Aos poucos eu vou me reencontrando, relembrando a pessoa que eu era antes. Conquanto eu tente fugir de complicações e envolvimentos (desapego desapego desapego), parece que eles vêm até mim. E como canta uma música do Garbage, que provavelmente foi escrita pra mim, “I’m only happy when it rains”; vale dizer, eu amo complicações. Eu não meço o perigo, eu me atiro, e eu me escraxo, óbvio.
No momento estou na fase pré-escraxo, curtindo a intensidade do mergulho. Totalmente inconsequente e sem noção. Ando mergulhada em beijos e em álcool, não sei qual deles é mais ardente. Cada vez constato o quando eu adoro extremos, e mesmo sabendo que eles são perigosos, eu não consigo ser mediana. Eu preciso estar sempre atravessando o limite e testando tudo. Bem coisa de adolescente.
Como se percebe ando bem entorpecida. Numa fase “topando tudo”, “vale tudo”, ansiando por transgredir. E dispenso os moralistinhas dizendo que isso é falsa felicidade, que é pra mascarar dores, e blablabla. Eu estou ótima assim, mesmo sabendo que uma hora vou ter que parar. Agora eu quero mesmo é adrenalina, é sentir o sangue quente pelas veias, é viver no meio de fumaça, álcool e beijos ardentes.




