12.10.09
Voltei! (Assuntos Aleatórios)
Mas aquele "amor entregue à madrugada" estava me deprimindo... chega d'ele ficar em primeiro plano, d'ele ser o primeiro post que aparece quando se olha pra este blog. Xô, sai pra lá. (Não que eu vá te apagar, sabe como é, "haja hoje para tanto ontem", mas o hoje vai cada vez acontecendo mais e deixando o ontem pra trás, é inexorável.) Marcha lenta, como vocês podem ver... mas vida real não é filme, tampouco Platão (em outro post eu explico essa do Platão)
Haha, eu tinha esquecido como era discorrer no papel (na tela do pc, ok) acerca de assuntos não jurídicos. Sem aquele jurisdiquês que a gente se acostuma.
Hoje eu assisti Psicose. Depois Mamma Mia - o filme. Depois novela. Quando eu comecei a assistir a um filme da Xuxa, algo como Xuxa - as gêmeas, comecei a refletir até onde uma pessoa pode chegar para não estudar, haha. Daí me dei conta da procrastinação decadente em que eu estava submergindo, e.... vim para o computador, e resolvi ressucitar o blog! Entenderam a lógica? A gente faz tudo, a gente arruma nossa vida, a gente assiste a filmes da Xuxa, mas a gente não estuda pra prova que tem quarta-feira, de Direito Internacional Público, quilos de matéria, toneladas de folhas por ler. Sério, eu queria taaaanto ser mais focada. Alguém tem uma Ritalina? =)
Tá, chega de divagar sobre assuntos aleatórios. Voltei, é isso que importa. Espero ter tempo para voltar a ler os blogs que tanto gosto. Um beijo.
Observação Aleatória: 2006 foi um dos melhores anos da minha vida. 2007 foi a pior catástrofe. 2008 foi revelador e extremamente feliz. 2009 tá sendo uma bosta. Nunca me senti tão frágil. Lalalá.
Observação Aleatória II: 2006 era o ano que eu estava estudando para entrar na UFRGS. Eu tinha um namorado, eu era sonhadora. Eu ficava ouvindo meu mp3, apertando os fones ao encontro dos tímpanos, bem forte, e eu ouvia aquela música famosa do The Verve, 'Bittersweet alguma coisa', e imaginava a cena, em câmera lenta, de eu encontrando meu nome no listão e indo abraçar meu namorado. A partir daí minha vida seria perfeita. Depois eu conto o final da história.
24.6.09
Polêmica...
Lindo, lindo, lindo! Um amor verdadeiramente genuíno e puro. A única coisa discutível aí, a meu ver, é o incesto. Mas para essa discussão esperarei até agosto, mês para o qual está prevista a estreia do filme.
To louca pra que chegue aos cinemas =)
UPDATE: Como assim Michael Jackson MORREU????
12.5.09
“Our love can do anything we want it to"
Young Noah: You're bored Allie. You're bored and you know it. You wouldn't be here if there wasn't something missing.
Young Allie: You arrogant son of a bitch.
Young Noah: Would you just stay with me?
Young Allie: Stay with you? What for? Look at us, we're already fightin'
Young Noah: Well that's what we do, we fight... You tell me when I am being an arrogant son of a bitch and I tell you when you are a pain in the ass. Which you are, 99% of the time. I'm not afraid to hurt your feelings. You have like a 2 second rebound rate, then you're back doing the next pain-in-the-ass thing.
Young Allie: So what?
Young Noah: So it's not gonna be easy. It's gonna be really hard. We're gonna have to work at this every day, but I want to do that because I want you. I want all of you, for ever, you and me, every day. Will you do something for me, please? Just picture your life for me? 30 years from now, 40 years from now? What's it look like? If it's with him, go. Go! I lost you once, I think I can do it again. If I thought that's what you really wanted. But don't you take the easy way out
[ quotes from The Notebook / Diálogo do filme The Notebook (não gosto do título em português, desvirtua a beleza do filme) ]
- "The best love is the kind that awakens the soul and makes us reach for more, that plants a fire in our hearts and brings peace to our minds. And that's what you've given me. That's what I'd hoped to give you forever."
♥ Je t’adore ♥
3.5.09
Sobre pequenos preconceitos, mentes abertas, Divã e coisas afins
E assim eu e ela, este fim-de-semana, entre um gole de vinho e outro, conversávamos sobre um filme brasileiro o qual tínhamos acabado de ver – Divã, adaptação do livro homônimo da escritora gaúcha Martha Medeiros, a quem tenho grande admiração. O filme não é daqueles que a gente sai super sensibilizada, ou daqueles que nos provocam super epifanias e mudam nossa vida. Mas é um filme simples, leve, divertido, que se não nos atiça lágrimas, atiça risadas – das mais gostosas. Eu não tinha nada de muito profundo ou original a comentar sobre a obra, mas minha mãe, com suas naturais empatia e sensibilidade, acrescentou: “engraçado né, quando a gente se depara com dois extremos, temos a tendência a estigmatizar, julgar um dos dois, e a nos apegar ao outro”. Sábias palavras.
No caso em epígrafe, ela estava se referindo à personagem principal e sua melhor amiga, [ATENÇÃO, A PARTIR DAQUI O TEXTO CONTEM SPOILERS DO FILME “DIVÔ] as quais eram completamente diferentes: uma era super aberta, a outra mais bitolada ao seu mundinho; uma era aberta, arrojada, e a outra era conservadora, quase ortodoxa; uma achava que traição não era problema, a outra achava o fim do mundo; uma era super independente e achava que o seu marido não era ‘dela’, apenas fazia parte de sua vida (afinal, ‘gente não é dona de gente’), e a outra praticamente vivia para o marido, achando a infidelidade a coisa mais horrível do mundo.
Simplesmente lendo essas informações, você não tem tendência a julgar uma delas como sendo errada, e se apegar à outra? Eu, naturalmente, fazendo parte de uma geração nada careta, e me considerando, bem aberta, tive a tendência imediata de estigmatizar a amiga conservadora como mulherzinha/submissa/ultrapassada/coitada, e a comprar a causa da personagem principal, arrojada, moderna, ousada, espevitada, quase libertina. Já durante o próprio filme me dei conta de como havia sido ridícula (e de como eu não era tão mente aberta assim), e sim de que tudo é uma questão de contexto: a personagem moderna e arrojada estava feliz, sendo ela mesma, em seu contexto, da mesma forma que a amiga conservadora, casada, dona-de-casa, que vivia para o marido, era muito feliz e realizada em sua vida e suas ambições (por menores que essas possam parecer aos olhos de pessoas como eu, que pensam bem diferente). É uma questão de respeito e de contexto.
O bom do filme, e que me surpreendeu positivamente, foi justamente mostrar que não há posição certa ou errada: não teve uma das duas que se deu mal, não houve final moralizante: mostrou que ambas foram felizes com as ambições que perseguiram e com as idéias e concepções de vida que julgavam corretas.
Promoção "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom" no Tutorial MakeUp! Corre pra participar =)
28.4.09
Happiness is only real when shared
(Into the Wild (Na natureza selvagem)/ trilha sonora de Eddie Vedder)
9.9.07
Idosa Frenética II, conservadores, eventos...
"Casei com 17 anos...era muito novinha, tinha medo...doeu prá burro..."
Agora vou levantar a bunda dessa cadeira pois tenho muito a fazer.
Ah, notaram que eu mudei o layout?
Beijos!
